sexta-feira, 17 de julho de 2009

O Cri-crítico está em

Volto em agosto!

Enquanto isso: leiam e comentem nos 190 posts já publicados aqui.

Aquele abraço, Leo Pinheiro

quarta-feira, 15 de julho de 2009


EXTRA

Não é mera coincidência

Esta semana O Cri-crítico ganhou três prêmios – além das férias!

Primeiramente foram ofensas de leitores (?) que não sabem concordar ou discordar respeitosamente. Todavia, como é sabido que a inveja é a forma mais sofisticada de admiração; senti-me muito prestigiado. (Risos)

Em segundo lugar ganhei mais um selo de certificação de qualidade e popularidade na blogsfera. Desta vez o selo Blog Nota 10, remetido pelos amigos virtuais Ariane Aleixo e Guttwein, do blog Além do que se vê http://bloggalemdoqueseve.blogspot.com/ .

Por último, mas não menos importante, recebi plágio de um dos meus trocadilhos publicados no post de 28 de junho, no jornal O Globo.

Domingo passado, 12 de julho, portanto duas semanas depois de mim, os Cassetas Marcelo Madureira e Humbert escreveram através de seu pseudônimo Agamenon Mendes Pedreira uma ‘bela homenagem’ à morte de Michael Jackson, apelidando o cantor ‘alvinegro’ de Maicosuel Jackson.

A semelhança não é mera coincidência!

Quem maximizar a imagem acima e ler a coluna do Agamenon notará que o nome foi jogado no texto gratuitamente, sem uma piada que o justifique.

Ao contrário, quem leu ou lerá o referido post lembrará que no meu texto o trocadilho se deu pelo fato de Maicusuel ser um ex-jogador do Botafogo (alvinegro) que nos deixou...

Felizmente apenas temporariamente, para jogar na Europa.

A imitação não me incomoda minimamente. Mais uma vez, senti-me honrado.

Desta vez, por servir como referência para aqueles que foram minha óbvia fonte de inspiração na criação da coluna Figurinha Carimbada.

Valeu Cassetas!

sexta-feira, 10 de julho de 2009



POLÍTICA

Sociedade pressiona governo pela volta de jornalistas diplomados

Como eu havia previsto junto à colega jornalista Márcia Tavares, não demorou muito para que a classe política se posicionasse em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal de extinguir a exigência do diploma para os jornalistas.

Em um país onde o Executivo legisla através emendas; o Legislativo julga CPIs; o Judiciário executa liminares; e ninguém exerce sua atividade precípua, chega ser óbvia as interferências entre os poderes.

O ‘4º poder’, a Imprensa, não poderia ficar de fora desse imbróglio.

Ante as sucessivas manifestações de jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, e, sobretudo, a desaprovação da sociedade brasileira à desregulamentação da profissão; o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) protocolou, anteontem, uma Proposta de Emenda à Constituição que restabelece a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista no país.

A PEC 386/2009 recebeu 191 assinaturas, 20 além do necessário para tramitar na Câmara Federal.

Pimenta justificou a proposta afirmando que 'a atividade do jornalismo é mais do que a simples prestação de informação ou a emissão de uma opinião pessoal'.

O deputado declarou ainda que 'o jornalismo influencia na decisão dos receptores da informação, por isso não pode ser exercido por pessoas sem aptidão técnica e ética'.

A Ética em questão, não é apenas uma palavra que define o comportamento socialmente adequado dos indivíduos, mas uma disciplina do curso superior de jornalismo. Quem quiser ser jornalista deve estudar a matéria durante dois períodos da faculdade (Ética I e Ética II), para entender as sanções da prática indevida da profissão.

Na casa do Sarney


Desde o dia 1º de julho, tramita no Senado uma PEC que também prevê o restabelecimento da obrigatoriedade do diploma de jornalismo.

A proposta, apresentada pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), teve 50 assinaturas, 23 além do mínimo necessário, e abre duas exceções para a não exigência de diploma:

Para os colaboradores, que produzem textos de natureza técnica relacionados às áreas de suas especializações, e para os práticos, que exerciam a profissão antes de a atividade ter sido regulamentada no país.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

ESPORTE
'No tênis moderno, ou você é um especialista no saibro, ou na grama, ou em quadras duras. Ou, é claro, você é Roger Federer' .
(Jimmy Connors)

'Ele simplesmente não tem pontos fracos. Duvido que haja algum golpe, de qualquer parte da quadra, que ele não possa executar com perfeição'.
(Bjorn 'Ice' Borg)

'Ele tem tanto talento que é até um pouco injusto que uma pessoa só possa fazer isso tudo'. (Rod Laver)

'Joguei contra Sampras, Becker, Connors, Borg e digo: Federer poderia ser o número 1 em qualquer época'.
(John 'Big' McEnroe )





Arte: Leo Pinheiro

Agora é incontestável: Roger Federer é o maior da história

Tenista triunfa em Wimbledon, ganha 15º Grand Slam e bate recorde de Pete Sampras

As frases acima, por si só, poderiam ser consideradas um belo post. Versam sobre fatos indiscutíveis narrados por pessoas idem.

Contudo, o que mais me chama atenção é que nenhum desses ídolos absolutos lembrou a 'comovente' história de superação da mononucleose – doença que interrompera a sua liderança do ranking mundial de tênis por alguns meses.

Tampouco foram citados o charme, beleza física e carisma, que Federer realmente não esbanja. O Doutor Fantástico ou Homem Elástico tornou-se ídolo dos ídolos pelo seu desempenho esportivo e não por ser o Beckham do tênis.

Evidentemente esta minha alusão é a Rafael Nadal, que é um ótimo tenista e ponto.

Fenômeno... De marketing

Alguns podem afirmar que não passo de um peladeiro de final de semana e não jogo mais do que ele para criticá-lo.

Lembro-lhes, caros leitores, que o faço na qualidade de jornalista. Afinal, esta é a minha função; enquanto a dele parece ser bater cada vez mais forte na bola! Ultimamente Nadinha não faz nadal além de impor o seu vigor físico em, reconheço, impressionantes saques e voleios.

Não tem a técnica, variedade ou plasticidade dos golpes de Federer. Nunca terá! Em compensação, seu desempenho publicitário é tão estupendo, que muita gente boa que há por aí andou publicando reiteradas vezes que o Miúra teria enterrado a carreira do suíço.

Novamente vou dar nome aos bois: desta vez, o colega Renato Maurício Prado, de O Globo, que ora se sente obrigado a publicar as frases supracitadas em sua coluna.

Não que o jornalista não tenha direito de rever suas opiniões. Como pessoa inteligente, que eu creio que ele seja, é mais do que esperado que Renato não tenha compromisso com o erro.

Porém, esta virada de casaca depois de apregoar tão veementemente a suposta superioridade técnica do espanhol sobre Federer, parece-me oportunista e um descompromisso com os leitores – principalmente os fãs de Nadinha que agora ficarão órfãos de Renato.

Não escrevo isto por implicância com o jornalista, de quem sou colega, leitor e fã – todo mundo tem direito de dar um lob fora.

Minha ponderação é sobre o sucesso meritório. O reconhecimento dos profissionais pelo alto rendimento em seus trabalhos em detrimento dos que se notabilizam não só pelo talento, mas por usarem (e serem usados) a mídia para se estabelecer.

Neste caso, caberá a história o resultado desta disputa. De um lado um esportista valoroso que se destacou entre os melhores de seu tempo e faturou horrores com publicidade! De outro Roger Federer, o melhor jogador de tênis de todos os tempos... Até hoje.

domingo, 5 de julho de 2009

Figurinha Carimbada

Hadrianus



Em uma semana em que o Flamengus fechou com a Olympikus o maior contrato da história do marketing esportivo brasileiro – R$ 105 milhões por cinco ânus – o nosso figurinha carimbadus do semanarium quis aparecer mais do que o pai de Michaelius Jacksus em época de velórium.

Trata-se de ninguém menos do que o Imperador Hadrianus, que durante a festa de apresentação dos novos uniformes declarou que não usaria a camisa 9, a mais votada por torcedores em uma campanha publicitária promovida pela diretoria do clube na Internet para escolher o número do uniforme do atacante.

Segundo o concursus publicus o número 9 venceu com 20.346 votos, contra 13.599 dados para o 10. Porém, o Imperador Nojentus Maximus, não aceitou a decisão da torcida e reafirmou que vestirá a camisa do idolum eternium, Zicus.




Não satisfeito com o impropérium, o Criadorium de Casus, simplesmente não apareceu no treino da manhã de sexta-feira, alegando caganerium causado por um cachorrus-quentis que ele teria comido na noite anterior, em uma barraca na praia da Barra (pesada) da Tijuca.



Como o Imperador do gol Julius Caesar, que apelidou Hadrianus de Scooby-Doo, diria: ‘Cachorro que come muita salcicha sabe a desinteria que tem’.