sexta-feira, 23 de outubro de 2009


ESPORTES

Deixaram chegar...
Números do Fla mostram que não é só empolgação

Sem perder há nove jogos no Campeonato Brasileiro, o Flamengo atingiu números absolutos nos principais fundamentos ao longo desse período. Candidato à vaga na Copa Libertadores e até mesmo ao título do Brasileirão, o time do técnico Andrade tem caprichado quando tem a bola no pé e se empenhado para retomá-la quando ela está com o adversário.

Em comparação aos números gerais do Brasileiro, o Fla dos últimos nove jogos está à frente de todos os outros clubes no acerto de passes, dribles, finalizações e cruzamentos, além do número de desarmes.

Com 18 gols marcados nestes nove jogos, o Flamengo tem média ofensiva de 2 gols por partida, acima, até, do Grêmio. Melhor ataque do campeonato inteiro com média de 1,83 gol por partida.

Já a zaga, sofreu apenas quatro gols nestes nove jogos, média de 0,4 gol sofrido por partida. Média muito melhor que o São Paulo, que até então era a defesa menos vazada do torneio com 1,03 gol a cada partida.

Invicto há nove rodadas, só resta ao Mengão superar um recorde neste campeonato: a série invicta de 11 partidas de Palmeiras e Avaí. Se manter a mesma disposição e o acerto nos fundamentos, já dará um grande passo para isso. E para o título!

Um incentivo e tanto para a torcida que, é claro, tem a maior média de público do Brasileirão 2009; assim como foi em 2008, 2007...

Compare os números dos últimos nove jogos do Flamengo contra o líder de cada fundamento em todo o Campeonato Brasileiro:

Acerto de passes – Flamengo 90% x Inter 88%

Acerto de finalizações – Flamengo 52% x Inter 44%

Acerto de cruzamentos – Flamengo 32% x Vitória 25%

Acerto de dribles – Flamengo 81% x Inter 78%

Desarmes – Flamengo 35 por jogo x Flamengo (antes da trigésima rodada) 33 por jogo

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

MUNDO

Yes I can



Ultimamente eu só tenho vindo aqui para avisar que vou passar mais um tempo sem escrever novos posts. Então...

Hoje não poderia ser diferente. (Risos)

Tenho certeza que os mesmos leitores que me acharam no Orkut para pedir para eu voltar a ‘eleger a Figurinha Carimbada da semana’ estão felizes de eu estar ocupado em outros mídias.

Não vai ser desta vez que voltarei a postar semanalmente, mas, apesar da falta de tempo, não posso deixar de avisá-los que o meu ‘homenageado’ da semana é o ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Barack Obama. Não pela conquista (decantada em todos os outros blogs do mundo), mas... Pelas circunstâncias.

Lá se vão mais de cem anos desde que a busca pela paz no mundo começou a ser premiada. No início, o Nobel da Paz, o de maior prestígio entre todas as cinco categorias, era oferecido apenas aos criadores de movimentos pacifistas, que resolviam conflitos de guerra.

O conceito de paz se estendeu para questões políticas, humanitárias, de desarmamento e meio ambiente. Tudo que ajude a tornar o planeta um lugar melhor. O critério (ou a falta dele) é tão subjetivo que chega a ser curioso.

Por exemplo: mesmo sem ter pleiteado a paz através de algum movimento significativo, eu ou você, caro leitor, podemos concorrer ao prêmio. Para isso, é necessário apenas que o nosso nome seja sugerido por um parlamentar brasileiro.

Então em cada país os indicados são escolhidos de acordo com as preferências políticas e, até, pessoais de quem está à frente do poder constituído. Mais reacionário impossível!

Só isto explica o fato de que Adolf Hitler tenha sido indicado ao Prêmio Nobel da Paz e o hindu Mahatma Gandhi não – é sabido que o maior defensor da não-violência da idade contemporânea não contava com a simpatia da ditadura inglesa estabelecida há época na Índia.

Obama, que aparecia como azarão em todas as bolsas de apostas do mundo – sim, existem jogadores inveterados que apostam até na paz mundial – teve concorrentes no mínimo sui generis, como os compatriotas George Bush e Michael Jackson, falecido há 3 meses!

Parafraseando Caetano, ‘atrás do Nobel da Paz só não vai quem já morreu’. Ou melhor, até os defuntos vão!

sábado, 3 de outubro de 2009


MUNDO

Sim, eles créu... Mas em quem?

Neste exato momento milhares de posts, notas e matérias sobre a escolha da Cidade Maravilhosa como sede das Olimpíadas de 2016 estão sendo escritos ou lidos em todo o mundo. O que tornaria qualquer comemoração, aqui, redundante e ufanista ou ainda redundantemente ufanista!

Então, meus caros leitores, prefiro deixá-los com a seguinte pergunta:

Se o Eduardo Paes, Sérgio Cabral e Lula estavam em Copenhague e o Vice-Presidente, José Alencar, está de licença médica; quem estava no comando da Nação?

Ah, o presidente do Congresso...

Mas Michel Temer também estava na Dinamarca!

Então, quem era o responsável pelo botequim?

Se o trem da alegria continuar por lá por mais tempo, daqui a pouco o Zelaya e o Micheletti vão brigar pelo posto aqui!

(Ouvi dizer que Chávez e Obamis correm por fora!)